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Logística

O Pará tem localização geográfica estratégica por conta de sua proximidade com os mercados do Caribe, Estados Unidos, Europa e Ásia (via do Canal do Panamá), que podem ser facilmente acessados via marítima.

O Estado apresenta um importante diferencial competitivo nacional por ser a nova rota de escoamento de produtos brasileiros para o mundo. Além disso, também apresenta vantagens nas operações internacionais via aérea, por dispor de voos semanais para os EUA, Portugal, Guiana Francesa e Suriname.

 

Hidrografia:
O Pará tem o maior potencial hidroviário da região, 62% do total de agua doce da Amazônia; 3,2% da água do planeta e 40% do estoque nacional, além de 20 mil km de vias navegáveis, em que é possível desenvolver a navegação interna através de cinco hidrovias: Madeira-Amazonas, Tocantins-Araguaia, Teles Pires-Tapajós, Capim-Guamá e Hidrovia do Xingu. Além disso, 25% de todo o potencial hidrelétrico brasileiro está em território paraense, dos quais 85% ainda podem ser explorados.

Rodovias:
O Estado possui extensa e estratégica malha rodoviária, que liga a Amazônia ao restante do Brasil, onde se destacam dois corredores principais: BR – 163 (Cuiabá – Santarém) e BR – 158, que atravessa sete estados, ligando a região norte ao sul do País. No ano de 2016, o Governo do Pará investiu mais de R$ 339 milhões na restauração, pavimentação e conservação das rodovias estaduais, além da construção e reforma de pontes, localizadas estrategicamente em diversas regiões de integração.

Ferrovias:
O projeto da Ferrovia Paraense S.A está em implantação, prevê R$ 14 bilhões em investimentos e é considerado vital para o fortalecimento das cadeias produtivas paraenses, sobretudo na logística de escoamento da produção das cadeias de grãos e minérios no Pará, diminuindo o custo da produção e propiciando maior e melhor integração Norte/Sul. A ferrovia partirá de Santana do Araguaia, no extremo sul do Estado, e passará por municípios com vocação mineradora – como Marabá e Rondon do Pará – e, agrícola – como Paragominas (soja) e Moju (óleo de palma) – até Barcarena, na região nordeste do Estado, numa extensão total de 1.312 km.

Aeroportos:
O aeroporto internacional de Belém (Val-de-Cans) recebe diariamente voos nacionais e internacionais. A partir da capital paraense saem voos semanais para Lisboa, Miami, Caiena e Paramaribo. Além disso, o estado possui mais 34 aeroportos que atendem toda a região e, sobretudo, os grandes projetos implantados no Estado.